SIG Combibloc inaugura primeira fábrica no Brasil com expectativa de duplicar a produção em 2 anos

07/06/2011
XPress Assessoria em Comunicação

SIG Combibloc do Brasil Ltda.

Desenvolvimento do País faz com que mercado de embalagens longa vida cresça 50% acima da média mundial

Ontem, 06 de junho de 2011, a SIG Combibloc, uma das líderes mundiais de embalagens cartonadas assépticas e máquinas de envase para alimentos e bebidas, inaugurou sua primeira fábrica no Brasil. A partir do objetivo de internacionalizar e crescer em mercados emergentes, o solo brasileiro foi escolhido, mais especificamente Campo Largo, Paraná, para receber o investimento de 90 milhões de euros. A nova planta foi inaugurada com a capacidade de produção de um bilhão de embalagens por ano. Concebida em formato modular, a segunda fase estará pronta em dois anos duplicando a capacidade de produção.

"Os principais benefícios da localização da nova fábrica são as facilidades no transporte rodoviário, marítimo e aéreo e a disponibilidade de mão de obra qualificada", explica Rolf Stangl, CEO da SIG Combibloc, que contratará 225 pessoas para atuar na planta.

De acordo com o Instituto de Pesquisas Canadean, o mercado mundial de embalagens longa vida para bebidas deve crescer aproximadamente 4,2% ao ano no próximo quadriênio (2010-2014). Para o Brasil a previsão é de 6,4% ao ano (mais de 50% da média mundial), isto significa que o país contribuirá com 21% do crescimento mundial em volume, previsto para o período. Atualmente, o Brasil é o segundo mercado global e o maior produtor de leite UHT em embalagem cartonada asséptica. Em 2010, foram comercializados 5,4 bilhões de litros de acordo com a ABLV.

O crescimento do mercado brasileiro de longa vida acontece atrelado ao desenvolvimento e crescimento econômico do País, que em 2010 alcançou o patamar de 7,5%, segundo o IBGE. A melhor distribuição de renda trouxe novos consumidores para esse mercado e popularizou ainda mais este tipo de produto.

"No ano passado, a operação brasileira cresceu aproximadamente 60%, isso significa que a nova planta irá trabalhar com a capacidade quase total desde o início." conta Ricardo Rodriguez, Diretor Presidente da SIG Combibloc América do Sul.

"O Brasil é um dos mercados mais promissores no consumo de embalagens longa vida para bebidas. Em 2010 produziu cerca de 8 bilhões de litros, sendo responsável por mais de 75% do volume envasado na América do Sul, com crescimento projetado para os próximos anos de 6,4% ao ano, o país deverá atingir os 10 bilhões de litros em 2014", aponta o Diretor Presidente.

A SIG Combibloc sempre entendeu a América do Sul como um mercado-chave para embalagens cartonadas assépticas e para o seu crescimento mundial. Entretanto, como uma empresa de origem européia estabeleceu uma estratégia de internacionalização e, "nos anos 90, a Ásia foi definida como o primeiro target e, posteriormente, vieram investimentos no Oriente Médio e no Brasil", explica Rolf Stangl, CEO da SIG Combibloc

A empresa cresceu mundialmente, nos últimos 10 anos, 75% em volume de embalagens e atingiu 23 bilhões de unidades em 2010. Atualmente, 62% do volume de vendas são na Europa, e os outros 38% são vendidos na Ásia, Oriente Médio e Américas.


Clientes terão rapidez e flexibilidade

A fábrica de Campo Largo ocupará uma área total de 130 mil m², sendo que a primeira fase da construção ocupará 13 mil m². Rolf Stangl explica que "a planta sul-americana permitirá atender a crescente demanda de embalagens cartonadas assépticas e abastecer os clientes com mais rapidez e flexibilidade. Isso resultará em benefícios tangíveis em termos de logística e de serviços".

A produção inicial será focada nas embalagens de tamanhos médios - de 500 ml a 1100 ml, nos formatos combiblocStandard, combiblocMidi e combifitMidi - e pequenos - de 125 ml a 350 ml, combiblocSmall, combifitSmall, combiblocMini e combifitMini. A opção por esses tamanhos não é por acaso. Em unidades, a América do Sul, comercializou mais de 15 bilhões de unidades em 2010, sendo 62% das embalagens de tamanho médio e 38% de tamanho pequeno. Só o Brasil é responsável pelo consumo de aproximadamente 11 bilhões de unidades.