Comércio Bilateral

Introdução

Brasil e Suíça possuem um relacionamento comercial harmonioso e de longo prazo. O Brasil é responsável por 19% dos negócios suíços na América Latina. O Brasil está na 26ª posição no ranking dos mais importantes parceiros comerciais da Suíça em 2016.

Na última década, do comércio bilateral entre os dois países teve uma variação média positiva de 63%. Até 2014, o crescimento entre os dois países foi de 135%, seguido de uma redução na variação positiva para 69% considerando os valores de 2014 até 2016. Cada vez mais, o Brasil está despertando o interesse de pequenas e médias empresas suíças e, enquanto isso, as empresas brasileiras procuram contatar mais e mais empresas suíças a fim de conquistar novos mercados e buscar novas tecnologias e serviços em diversos setores.

Entre 2006 e 2016, as exportações brasileiras para a Suíça aumentaram 95% em valor. O Brasil vende principalmente equipamentos e instalações portuárias, ouro em barras, alumínio, fumo, material artístico, carne bovina, máquinas e aparelhos mecânicos, café, suco de laranja, entre outros. Já os principais produtos importados pelo Brasil da Suíça são produtos farmacêuticos, produtos químicos e produtos médicos.

Além do campo econômico, as duas nações mantêm uma excelente relação diplomática no setor cultural e político e realizam reuniões ministeriais e consultas políticas regulares. Eles também já assinaram importantes acordos bilaterais em áreas como comércio, aviação e assistência legal.

De acordo com os consulados da Suíça no Brasil, 15.300 suíços vivem no país, enquanto a comunidade brasileira na Suíça soma oficialmente 20.172 pessoas, segundo dados da Secretaria de Estado para Imigração da Suíça.

 

Relações diplomáticas entre Brasil e Suíça

As relações diplomáticas entre o Brasil e a Suíça têm seu início ainda quando o Brasil era parte do Império Português. Em 1818 D. João VI autorizou cem famílias suíças a se instalarem como imigrantes na Fazenda do Morro Queimado, no Rio de Janeiro. Esse núcleo de colonização cresceria ao ponto de se desmembrar das áreas de Cantagalo e ser alçado à categoria de vila de Nova Friburgo, no ano de 1820. Nova Friburgo se torna uma cidade no ano de 1890. Em setembro de 2017, Nova Friburgo recebe o título de "Suíça Brasileira" pelo Governo do Rio de Janeiro.

A primeira missão diplomática do Brasil na Suíça é estabelecida em 1855, quando José Francisco Guimarães torna-se o primeiro representante diplomático como Cônsul em Berna. O primeiro representante suíço em terras brasileiras foi Albert Gertsch, como encarregado de negócios, em 1907. A legação suíça no Rio de Janeiro tornou-se uma Embaixada em 1958, enquanto a legação brasileira em Berna tornou-se Embaixada no ano seguinte.

Nos últimos anos, o Brasil e a Suíça aproximaram as relações buscando um maior desenrolar no comércio entre os países. Em 2007, foi criado o Memorando de Entendimento que cria a Comissão Mista de Relações Econômicas e Comerciais, que visa a se tornar um "foco de coordenação e convergência entre os dois Governos e, sobretudo, entre os representantes do setor privado", nas palavras do então Embaixador do Brasil na Suíça, Eduardo dos Santos.

Em 2014, a Suíça foi considerada pela Receita Federal Brasileira como um paraíso fiscal. Diversas negociações e esforços da parte suíça para reverter a situação resultaram na suspensão do status de paraíso fiscal e no estabelecimento do padrão de trocas automáticas de dados bancários, chamado de AIA pela sigla em inglês. Assim, em 2015 é assinado o Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Confederação Suíça para o Intercâmbio de Informações sobre Matéria Tributária, ainda em tramitação pelas Câmaras a fim de ser ratificado e incorporado ao direito interno.

Dentre os acordos que o Brasil e a Suíça têm assinados, podemos citar o "Acordo entre o governo da República Federativa do Brasil e o Conselho Federal Suíço Relativo ao Intercâmbio de Treinandos" (2011), o "Acordo de Previdência Social entre a República Federativa do Brasil e a Confederação Suíça" e o "Tratado entre a Suíça e República Federativa do Brasil sobre a Transferência das Pessoas Condenadas" (2015).

Os acordos assinados entre os dois países estão disponibilizados na ficha online da relação bilateral entre o país, disponibilizado pelo Ministério das Relações Exteriores: http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/ficha-pais/5491-confederacao-suica

 

Balança comercial

Segundo o World Fact Book da CIA, o Brasil exportou no ano de 2016 US$ 184.5 bilhões e importou US$ 139.4 bilhões, resultando em um superávit de US$ 45 bilhões na balança comercial. Em 2016, de acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil ficou na 25ª posição entre os maiores exportadores e em 28ª entre os importadores. A Suíça exportou em 2016 um total de US$ 318 bilhões e importou US$ 264 bilhões, sendo em 2016 o 15º país que mais vendeu para o exterior e o 18o que mais comprou de outros países.

Quanto ao intercâmbio comercial entre os dois países, foi registrado pela SECEX (Secretaria de Comércio Exterior) que o Brasil exportou para a Suíça US$ 1.65 bilhão e importou de lá US$ 1.89 bilhão em 2016.

A conjuntura atual apresentada pelo MDIC contempla os valores de intercâmbio comercial entre os países até o mês de outubro de 2017. As exportações brasileiras para a Suíça alcançam os US$ 693 milhões. As importações estão na faixa dos US$ 1.65 bilhão. Esses valores apresentam uma queda significativa nas exportações brasileiras para a Suíça: -53,37% em relação ao período anterior. Os mesmos valores apontam uma variação de 3,27% nas importações para o mesmo período. O saldo apresentado pela balança comercial brasileira foi de déficit de US$ 236 milhões no ano de 2016.

 

Destaques Comerciais

A Zurich Airport foi a vencedora do leilão que ofertava a concessão do Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis (SC). Os leilões promovidos ofertavam as concessões de quatro aeroportos: Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e o Aeroporto Internacional de Florianópolis. O arremate desta concessão foi feita pela oferta de R$ 83,3 milhões, onde o lance mínimo era de R$ 52,7 milhões. Com a concessão, a Zurich precisará investir R$ 960 milhões em melhorias na estrutura do aeroporto e seu entorno, sendo que cerca de R$ 600 milhões deverão ser investidos até setembro de 2019.

A Swiss Re Corporate Solutions inaugurou no fim de agosto de 2017 um escritório na cidade do Rio de Janeiro. No novo escritório estão concentradas as operações das principais linhas de seguros, que representam 57% do volume de prêmios. A equipe montada conta com 100 pessoas, absorvidas da Bradesco Seguros, cuja parceria firmada em 2016 permitiu que a companhia ocupasse a 3ª posição no ranking de seguradoras corporativas do Brasil.

O UBS tornou-se o mais recente banco suíço a apostar no crescimento do setor de private banking do país, adquirindo participação majoritária na Consenso Investimentos, maior multi-family office independente do país. A expectativa era de que a compra fosse concluída no terceiro semestre. A Consenso tem sua fundação em 2003, conta com 60 empregados e R$ 20 bilhões sob gestão. Conta também com uma sede em São Paulo e escritórios no Rio de Janeiro. Antes da aquisição, o UBS contava com 250 funcionários e R$ 8 bilhões em fortunas sob gestão.

A Biomecânica, empresa parte do grupo Bioscience Group, tem sua matriz europeia em Neuchâtel (Suíça). A empresa, que é brasileira do município de Jaú (SP), vislumbrou a necessidade da internacionalização por exportar para mais de 40 países contando apenas com a base brasileira. A expertise encontrada na Suíça se alinhou com a ampla capacidade de inovação da empresa para que as terras helvéticas fossem o lugar ideal para instalar a nova matriz. O CMO da empresa, Ricardo Brito, também destacou o "peso da bandeira suíça", cuja reputação e associação com qualidade e precisão fomentou a expansão internacional da empresa.

A Nestlé investiu R$ 270 milhões em uma fábrica nova da Purina, em Ribeirão Preto (SP): a primeira fábrica da empresa na América Latina que conta com tecnologia exclusiva no processo de texturização das rações úmidas. A rações úmidas somam-se a linha seca diversificada, que conta com cinco marcas de ração para cães e cinco para gatos. A estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET) é de que o setor tem potencial de crescer 10% ao ano no Brasil, uma vez que o país detém a segunda maior população de pets do mundo (mais de 100 milhões de cães e gatos). A marca Purina está presente em 75 países, com 44 fábricas ao redor do mundo.

A Clariant inaugurou em 2017 seu Global Competence Center Haircare (gCCH) em São Paulo. O gCCH ocupa um espaço de 240 m² e conta com uma equipe de profissionais especializados e laboratórios de aplicação e formulação. A abertura do gCCH representa uma importante etapa na expansão da Clariant dentro do mercado latino-americano. Não obstante, o Brasil ocupa 20% do crescimento global no segmento de haircare e a diversidade do país de tipos de cabelo, alinhados, fazem do Brasil o local ideal para a abertura do centro.

A Ferring Pharmaceuticals, empresa suíça da área da saúde, ao longo de 2017 apostou no Brasil como campo fértil para promoção de inovação e pesquisa e desenvolvimento. O 12º centro de inovação da empresa foi inaugurado no final de novembro no Brasil, em parceira com a Aché, focado na exploração da nanotecnologia para sistemas de liberação de fármaco. O laboratório, batizado de Nanotechnology Innovation Laboratory Enterprise (NILE), conta com três segmentos: um laboratório de estudo de estabilidade, um sobre formulação e outro de metodologia analítica para controle de qualidade. Ainda na área de P&D, a Ferring promoveu o "Ferring Innovation Grants Brazil", programa de fomento à pesquisa que contemplou pesquisas na área farmacêutica desde a fase de descobertas até a fase clínica. Os projetos vencedores receberam um investimento de até 300 mil reais e os resultados obtidos podem fomentar parcerias com a Ferring ou absorção de novas tecnologias.

A Ruag - multinacional estatal suíça do setor de aviação e defesa - investirá 15 milhões de euros para implantar uma fábrica de munições em Pernambuco. A princípio, a fábrica produzirá 20 milhões de munições ao ano para armas de pequeno porte, como as de calibre 9mm, .40 e .380. A produção será comercializada para policias, empresas de segurança e atiradores esportivos licenciados. A Ruag conta com 12 fábricas ao redor do mundo, onde 7 são focadas na produção de munição. No Brasil, a empresa espera alcançar os municípios que tem influência direta do Porto de Suape, que segundo a CEO da Ruag no Brasil, Maria Vasconcelos, é o porto mais próximo da Europa e lida com produtos cuja importação se faz necessária.

Oportunidades de Negócios

Em fevereiro de 2016, o relatório Perspectivas do Investimento do Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES) projetava que os investimentos para o quadriênio 2016-2019 alcançariam R$ 1,14 trilhões, um recuo de 19% em relação ao quadriênio anterior, 2011-2014. Destacam-se as oportunidades nos setores de transportes (rodovias, aeroportos e mobilidade urbana), sustentabilidade (resíduos sólidos) e nos setores de maior conteúdo tecnológico (aeroespacial e defesa e telecomunicações).

A Suíça e o governo suíço demonstram grande interesse em tecnologias para a geração e utilização de energia limpa e renovável, favorecendo o Brasil no campo dos biocombustíveis e etanol. Nessa área as oportunidades residem tanto na venda direta de combustíveis alternativos como também na transferência de tecnologia e parcerias produtivas entre empresas dos dois países.

 

 

Investimentos

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, semestralmente são divulgados relatórios com informações sobre investimentos produtivos no Brasil. Segundo o relatório do primeiro semestre de 2017, a Suíça investiu, declaradamente, cerca de US$ 234 milhões, conforme tabela abaixo:

 

Empresa

Capital de Origem

Descrição do Investimento

Valor (US$)

ATLAS SCHINDLER

Suíça

Investimento para aumento da produtividade da fábrica de Londrina (PR), ampliação da sede em São Paulo, treinamento e melhoria de processos.

32.051.282

SOLYES / MEYER BURGER

Brasil,Suíça

Investimento para a instalação de uma fábrica de painéis solares com tecnologia smartwire.

24.922.118

HTH (GRUPO LONZA AG)

Brasil,Suíça

Investimento para a construção de 8 laboratórios de pesquisa na fábrica de Salto (SP).

3.205.128

GENERAL WATER / LGT IMPACT (GRUPO LGT)

Brasil,Suíça

Investimento para ampliar a atuação em outros estados.

22.364.217

FLORESTA VIVA (MORINGA)

Suíça

Investimento para construção de uma fábrica na Fazenda São Pedro, em Cananéia (SP), na primeira etapa, para o envasamento do palmito; e ampliar a produção de mudas de palmito para 800 mil hastes.

Sem valor declarado

FLUGHAFEN ZURICH

Suíça

Investimento para construção de um Expansão novo terminal e pistas de pouso e decolagem no aeroporto de Florianópolis (SC)

151.975.684


Fonte: http://investimentos.mdic.gov.br/conteudo/index/item/34 e http://investimentos.mdic.gov.br/public/arquivo/arq1511803449.pdf.
Acesso em 27/11/2017

 

O otimismo visto nas projeções do BNDES para a primeira metade da década de 2010 não se reflete nas projeções do orgão para a segunda metade da mesma década. Esse resultado é um reflexo da forte desaceleração econômica no qual o Brasil está passando, uma vez que o país está inserido numa conjuntura de crise econômica e forte instabilidade política, que refletem em taxas de juros mais elevadas, restrição de crédito e limitações nos investimentos públicos. Não obstante, o aumento nos custos de energia e dos insumos importados afetaram as expectativas, de maneiras diferentes para cada setor.

Segundo o relatório "Perspectivas do Investimento", a Indústria encabeça o recuo nas projeções para investimentos, onde a grande maioria dos setores apresenta queda em maior ou menor grau e tem uma variação geral negativa de 33%. Essa retração se justifica pela área da Indústria ser afetada por fatores conjunturais, como a retração da demanda e a retração nos preços internacionais. Não obstante, a crise no setor de Petróleo e Gás acentuou a deterioração das expectativas para o setor industrial, cujas readequações refletem negativamente na cadeia produtiva.

Setores como Sucroenergético, Siderúrgico e de Extração mineral foram os que apresentaram as maiores quedas, com estagnação e sem previsão de recuperação. As quedas nestes setores foram causadas pela reversão no ciclo de commodities internacional, causado por uma menor compra destes pela China. Setores intensivos em Pesquisa e Desenvolvimento apresentaram menores quedas e têm expectativas de recuperação progressiva até 2019, como Bebidas e Saúde. Em meio ao cenário desfavorável, o setor da Indústria com variação positiva é o de Aeroespacial e defesa, que apresentou uma alta de 58%.

A expectativas para a área de Infraestrutura são otimistas: a variação para o quadriênio é +1,7%. Alguns setores dentro da Infraestrutura apresentavam quedas, tais como Saneamento, Portos e Energia elétrica.

A variação negativa no setor de Saneamento se vincula à crise no abastecimento que afetou parte dos estados brasileiros, de maneira que os recursos tendem a se redirecionar para projetos de abastecimento de água. O setor de Energia elétrica apresenta uma variação negativa para seus investimentos devido a mudanças na composição do investimento, que se voltam também para outros tipos de geração de energia, como a energia solar e térmica, além dos investimentos de energia de transmissão.

A grande maioria dos setores de infraestrutura se manteve com expectativas otimistas de variações positivas, sendo as maiores variações nos setores de Mobilidade Urbana e de Resíduos Sólidos, seguidos por Rodovias, Telecomunicações e Ferrovias. Essa expectativa positiva se deve aos investimentos públicos no Programa de Investimento em Logística (PIL) e o Programa de Mobilidade Urbana, além de marcos regulatórios para coleta e disposição de resíduos sólidos.

 

Tabela 1: Perspectivas do investimento 2016-2019 (posição em fevereiro de 2016) 


Setores

Em milhões de reais

Variação %

2011-2014

2016-2019

Extração Mineral

100.905

26.511

-73,7

Petróleo e gás

397.799

296.264

-25,5

Alimentos

61.424

46.095

-25

Bebidas

20.590

19.900

-3,4

Sucroenergético

44.110

5.224

-88,2

Papel e celulose

28.109

25.559

-9,1

Siderurgia

26.221

9.627

-63,3

Química

26.012

19.542

-24,9

Complexo industrial da saúde

14.365

13.902

-3,2

Eletroeletrônica

25.675

23.600

-8,1

Automotivo

80.347

57.295

-28,7

Aeroespacial e defesa

8.862

14.022

58,2

Energia elétrica

225.295

214.113

-5

Telecomunicações

131.106

142.600

8,8

Rodovias

74.195

87.071

17,4

Ferrovias

30.617

32.904

7,5

Portos

20.476

15.505

-24,3

Aeroportos

16.717

17.046

1

Mobilidade urbana

21.521

32.516

51,1

Saneamento

48.880

35.806

-26,7

Resíduos Sólidos

4.884

5.752

17,8

Indústria

834.420

557.542

-33,2

Infraestrutura

573.691

583.312

1,7

Fonte: Comitê de Análise Setorial/BNDES.
* Setores só com dados de perspectivas para 2016-2019.

 

Empresas suíças no Brasil

Cerca de 300 companhias de origem suíça mantém operações no Brasil. Grandes empresas como ABB, Adecco, Barry Callebaut, Bobst, Bühler, Clariant, Credit Suisse, Dufry, Givaudan, Holcim, Liebherr, Lonza, MSC, Nestlé, Novartis, Panalpina, Philip Morris International, Precious Woods, Roche, Elevadores Atlas Schindler, SGS, Sig Combibloc, Sika, Sulzer, Swatch, Swiss International Air Lines, Swiss Re, Swissport, Syngenta, Victorinox, Zurich, UBS entre várias outras têm uma significativa presença no mercado brasileiro, muito utilizado como plataforma de exportação para os demais países da América Latina. Algumas delas estão presentes no Brasil há mais de 90 anos.

Empresas brasileiras na Suíça

Algumas das principais empresas brasileiras que investem na Suíça são: CBMM, Libero, Vale, Vicunha, Banco Safra, Stefanini IT, Suzano, BTG Pactual, VIS Investments, Welle Laser. Contudo, o Brasil se faz presente também através de pequenas e microempresas montadas por cidadãos brasileiros. São escritórios de advocacia, agências de viagem, restaurantes, lojas e salões de beleza (uma lista encontra-se disponível no site da CIGA Brasil: www.cigabrasil.ch).