Comércio Bilateral

Introdução

Brasil e Suíça possuem um relacionamento comercial harmonioso e de longo prazo. O Brasil é o principal parceiro econômico na América Latina, responsável por 22% dos negócios suíços na região. No ano de 2017, o Brasil ocupava a 27ª posição no ranking dos mais importantes parceiros comerciais da Suíça. O Brasil foi destino de cerca de 35% de exportações da Suíça à América Latina em 2017. O segundo parceiro para o setor exportador na região é o México, para onde se dirigem mais de 20% de suas vendas, seguido da Argentina, com cerca de 13%.

O Brasil vende principalmente ouro, açúcar de cana, carne de frango e peru, café, arroz, quadros e pinturas, válvulas cardíacas, próteses de ortopedia, suco de laranja, café, óleo, fumo, entre outros.

Já a Suíça exporta especialmente medicamentos para medicina humana e veterinária, compostos de funções nitrogenadas, compostos heterocíclicos, óleos combustíveis, café torrado, radares, relógios, aparelhos auditivos etc.

Além do campo econômico, as duas nações mantêm uma excelente relação diplomática no setor cultural e político e realizam reuniões ministeriais e consultas políticas regulares.

De acordo com a Secretaria Federal de Estatísticas da Suíça, atualmente, 14.124 suíços vivem no Brasil, enquanto a comunidade brasileira na Suíça é de 20.780 pessoas.

Relações diplomáticas entre Brasil e Suíça

As relações diplomáticas entre o Brasil e a Suíça têm seu início ainda quando o Brasil era parte do Império Português. Em 1818, D. João VI autorizou cem famílias suíças a se instalarem como imigrantes na Fazenda do Morro Queimado, no Rio de Janeiro. Esse núcleo de colonização cresceria ao ponto de se desmembrar das áreas de Cantagalo e ser alçado à categoria de vila de Nova Friburgo, no ano de 1820. Nova Friburgo se torna uma cidade no ano de 1890. Em setembro de 2017, Nova Friburgo recebe o título de "Suíça Brasileira" pelo Governo do Rio de Janeiro.

A primeira missão diplomática do Brasil na Suíça é estabelecida em 1855, quando José Francisco Guimarães torna-se o primeiro representante diplomático como Cônsul em Berna. O primeiro representante suíço em terras brasileiras foi Albert Gertsch, como encarregado de negócios, em 1907. A legação suíça no Rio de Janeiro tornou-se uma Embaixada em 1958, enquanto a legação brasileira em Berna tornou-se Embaixada no ano seguinte.

Nos últimos anos, o Brasil e a Suíça aproximaram as relações buscando um maior desenrolar no comércio entre os países. Em 2007, foi criado o Memorando de Entendimento que cria a Comissão Mista de Relações Econômicas e Comerciais, que visa a se tornar um "foco de coordenação e convergência entre os dois Governos e, sobretudo, entre os representantes do setor privado", nas palavras do então Embaixador do Brasil na Suíça, Eduardo dos Santos.

Em 2014, a Suíça foi considerada pela Receita Federal Brasileira como um paraíso fiscal. Diversas negociações e esforços da parte suíça para reverter a situação resultaram na suspensão do status de paraíso fiscal e no estabelecimento do padrão de trocas automáticas de dados bancários, chamado de AIA pela sigla em inglês. O sistema de troca de informação automática sobre as contas bancárias entre os dois países entrará em vigor em 2019.

Entre os outros acordos que o Brasil e a Suíça têm assinados, podemos citar o "Acordo entre o governo da República Federativa do Brasil e o Conselho Federal Suíço Relativo ao Intercâmbio de Treinandos" (2011), o "Acordo de Previdência Social entre a República Federativa do Brasil e a Confederação Suíça", o "Tratado entre a Suíça e República Federativa do Brasil sobre a Transferência das Pessoas Condenadas" (2015) e o "Acordo para o Intercâmbio de Informações sobre Matéria Tributária", assinado em 2015, e ainda em tramitação pelas Câmaras a fim de ser ratificado e incorporado ao direito interno.

Em 2018, mais um importante acordo foi assinado, a "Convenção para Eliminar a Dupla Tributação em Relação aos Tributos sobre a Renda e Prevenir a Evasão e a Elisão Fiscais". O atual Embaixador da Suíça no Brasil, Andrea Semadeni, enfatizou que a "falta de um acordo de dupla tributação entre os dois países era uma das maiores queixas das empresas suíças".

As negociações para o acordo de livre comércio entre os países membros da EFTA (Associação Europeia de Livre Comércio) e o MERCOSUL também estão avançando rapidamente. A previsão é de que o acordo seja assinado ainda em 2018.

Os acordos assinados entre os dois países estão disponibilizados no site do Ministério das Relações Exteriores.

Balança comercial

Segundo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o Brasil exportou, no ano de 2017, US$ 218 bilhões e importou US$ 151 bilhões, resultando em um superávit de US$ 66,9 bilhões na balança comercial. Já a Suíça exportou US$ 337 bilhões e importou US$ 287 bilhões, apresentando um superávit de $67,33 bilhões.

Quanto ao intercâmbio comercial entre os dois países, foi registrado pela SECEX (Secretaria de Comércio Exterior) que o Brasil exportou para a Suíça US$ 792 milhões e importou
US$ 1.97 bilhão em 2017. Nas importações, esses valores apresentam uma variação positiva de 4,31%, em relação a 2016. Contudo, os mesmos valores apresentam uma queda significativa de -52,17% nas exportações brasileiras para a Suíça. O Brasil é o 24° país que mais recebe exportações da Suíça.

 

Destaques Comerciais

A companhia suíça Aryzta, que atua no segmento de panificação congelada, anunciou em julho de 2018, um investimento de R$ 150 milhões para a instalação de mais uma fábrica no mercado brasileiro. A quinta unidade da empresa no país deve iniciar suas operações em 2020 e ficará na cidade de Pouso Alegre, em Minas Gerais. Depois de pronta, esta será a maior fábrica da companhia, com 12 mil metros quadrados.

Em 2017, a Zurich Airport foi a vencedora do leilão que ofertava a concessão do Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis (SC). Os leilões promovidos ofertavam as concessões de quatro aeroportos: Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e o Aeroporto Internacional de Florianópolis. O arremate desta concessão foi feita pela oferta de R$ 83,3 milhões, onde o lance mínimo era de R$ 52,7 milhões. O novo terminal deverá ser inaugurado em agosto de 2019. A obra começou no dia 15 de janeiro, de 2018, e o investimento foi de R$ 550 milhões. Com o novo terminal, a capacidade chegará a 8 milhões de passageiros por ano. A Zurich Airport, que administra também o Aeroporto Internacional de Zurique, na Suíça, vai administrá-lo por 30 anos.

A Zurich Airport também mostrou interesse em comprar o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior paulista. A empresa afirmou que ainda está em processo de negociação e que uma decisão deve ser tomada até o final de 2018. A aquisição do aeroporto deve ocorrer por meio de uma parceria com a IG4 Capital.

A franquia franco-suíça de material de construção Disensa chegou ao país em fevereiro de 2018. Criada pelo grupo LafargeHolcim, a rede conta com mais de mil lojas em toda a América Latina. No Brasil, a meta é chegar a 350 lojas até 2022.

A empresa suíça especializada em higiene bucal Curaprox inaugurou, em 2018, um centro de distribuição em São Caetano do Sul, na grande São Paulo. Em uma área de 3.000 m², a empresa investiu R$ 15 milhões no prédio, que concentra a operação logística de todo o território nacional. São 33 empregos diretos e cerca de 300 indiretos, com expectativa de dobrar este número nos próximos cinco anos.

Em 2017, o Aché e a Ferring inauguram o NILE - Nanotechnology Innovation Laboratory Enterprise, laboratório exclusivo de pesquisa e desenvolvimento de novas plataformas tecnológicas baseadas em Nanotecnologia para aplicação no desenvolvimento de medicamentos, cosméticos e alimentos. Iniciativa pioneira no Brasil, o novo laboratório recebeu R$ 7 milhões em investimentos em equipamentos e infraestrutura. É a primeira iniciativa da Ferring em pesquisa no Hemisfério Sul.

A Clariant inaugurou no Brasil, em 2017, seu primeiro centro global de pesquisa e desenvolvimento de ingredientes para tratamentos capilares. Localizado em São Paulo, o novo Global Competence Center Haircare (gCCH) conta com laboratórios de aplicação e formulação e ocupa um espaço de 240 m2.

A Atlas Schindler inaugurou duas novas sedes no Brasil, em Curitiba e em Salvador. Em 2018, a Atlas Schindler comemorou 100 anos no Brasil. No Paraná, além do novo prédio da filial, a companhia também investiu na modernização da planta da fábrica de Londrina, que exporta os produtos da empresa para toda a América Latina.

Com planos de expansão no setor de petróleo e gás, a companhia suíço-sueca de engenharia ABB inaugurou em 2017 um novo escritório na cidade do Rio de Janeiro. A empresa investiu 300 mil reais no novo escritório carioca. Com a expansão, a ABB visa atender clientes como Petrobras, SBM, BW Offshore, Statoil, dentre outras grandes do setor petroleiro. Também em 2017, a ABB inaugurou, em Guarulhos (SP), uma das fábricas mais automatizadas da companhia na América Latina. Destinada à produção de disjuntores de alta tensão, a unidade recebeu investimento da ordem de 10 milhões de reais.

A Novartis inaugurou em 2017 uma nova linha de produção de medicamentos sólidos, na fábrica de Cambé, no Paraná. Com a nova plataforma, a companhia amplia em 25% a capacidade de produção de medicamentos genéricos sob a marca Sandoz no Brasil. A nova linha fecha um ciclo de R$ 54 milhões em investimentos na expansão e melhoria da planta industrial. A nova linha produzirá 26 dos 240 produtos processados na planta paranaense. A unidade de Cambé abastece o mercado nacional, além de exportar para países da América Latina e Europa.

No final de 2017, a Roche trouxe ao Brasil o serviço de análise do genoma para o desenvolvimento de pesquisa e novas terapias contra o câncer. A análise de mais de 300 genes permite entender o perfil do tumor e as alterações moleculares que estão contribuindo para seu avanço. Esse tipo de estudo é fundamental, uma vez que as terapias contra o câncer já respondem por 65% do faturamento da Roche no Brasil, pautando também boa parte de seus lançamentos.

O fundo suíço Partners Group oficializou no final de 2018 a compra da rede Hortifruti. O grupo europeu vai investir R$ 80 milhões em 2019 na marca, com o objetivo de abrir 12 lojas e expandir o negócio. Atualmente, o Hortifruti, que surgiu no Espírito Santo, tem 34 lojas no Rio e outras duas em terras capixabas. Além da marca Hortifruti, o negócio envolve a rede Natural da Terra, que possui nove lojas em São Paulo e que foi comprada em 2015 pela varejista de hortifrutigranjeiros. 

Oportunidades de Negócios

Apesar da crise econômica e política destes últimos anos, o Brasil continua a atrair investidores suíços e de outros países, principalmente porque o país vem mostrando melhoras significativas. O Relatório "Perspectivas do Investimento do Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES)", de outubro de 2017, projeta que os investimentos para o quadriênio 2017-2020 alcançarão R$ 901,1 bilhões, o que corresponde a uma média anual de R$ 225,3 bilhões. Destacam-se as oportunidades nos setores de complexo eletrônico, química, petróleo e gás, bebidas e alimentos.

No setor de química principalmente, o aumento tende a se concentrar no último ano do período analisado, em 2020. No setor de infraestrutura, destacam-se os cenários de altas nos investimentos em rodovias e resíduos sólidos urbanos. Esses desempenhos devem compensar a perspectiva de diminuição dos setores de energia elétrica, mobilidade urbana e saneamento.

A Suíça e o governo suíço demonstram grande interesse em tecnologias para a geração e utilização de energia limpa e renovável, favorecendo o Brasil no campo dos biocombustíveis e etanol. Nessa área, as oportunidades residem tanto na venda direta de combustíveis alternativos como também na transferência de tecnologia e parcerias produtivas entre empresas dos dois países.

Já a Suíça atrai investimentos do mundo inteiro e as empresas brasileiras conhecem bem o potencial do país. Atualmente, a Suíça vem se destacando na área de fintech. Um estudo do Instituto de Serviços Financeiros Zug IFZ, da Universidade de Lucerna de Ciências Aplicadas e Artes, mostra Zurique e Genebra na segunda e terceira posições, entre as cidades com as melhores condições para o desenvolvimento de negócios na área de fintech. As excelentes condições combinadas ao agrupamento de empreendedores inovadores, às autoridades proativas e aos principais institutos de pesquisa científica, permitiram o desenvolvimento do "Crypto Valley", no cantão de Zug. As empresas de fintech suíças arrecadaram 271 milhões de francos suíços por meio dessa forma alternativa de financiamento em 2017.

Em 2018, os órgãos reguladores Swiss Financial Market Supervisory Authority (Finma) e sua homóloga brasileira, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) assinaram um acordo de cooperação na área de fintechs. "O acordo representa avanço da nossa cooperação na área, ao providenciar estrutura adequada para que as inovadoras empresas de fintech estabeleçam discussões e entendam requisitos regulatórios. Ademais, o acordo ajuda a reduzir a incerteza regulatória e o prazo de comercialização", disse o Secretário de Estado da Suíça, Jörg Gasser, em evento realizado em São Paulo. 

Investimentos

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, semestralmente são divulgados relatórios com informações sobre investimentos produtivos no Brasil. Segundo o relatório no ano de 2017, a Suíça investiu, declaradamente, cerca de US$ 240 milhões, conforme tabela abaixo:

 

Empresa

 

Capital de Origem

Descrição do Investimento 

Valor (US$)

FLORESTA VIVA (MORINGA)

 

Suíça, Brasil, França

 

Investimento para construção de uma fábrica na Fazenda São Pedro, em Cananéia (SP), na primeira etapa, para o envasamento do palmito; e ampliar a produção de mudas de palmito para 800 mil hastes

5.873.016

 

 

FLUGHAFEN ZURICH

 

Suíça

 

 

Investimento para construção de um novo terminal e pistas de pouso e decolagem no aeroporto de Florianópolis (SC)

151.975.684

ATLAS SCHINDLER

 

Suíça

 

 

Investimento para aumento da produtividade da fábrica de Londrina (PR), ampliação da sede em São Paulo, treinamento e melhoria de processos

32.051.282

 

SOLYES / MEYER  BURGER

 

 

 

Brasil

 

Suíça

 

 

 

 

Investimento para a instalação de uma fábrica de painéis solares com tecnologia smartwire

 

 

 

 

24.922.118

 

 

 

 

 

HTH (GRUPO LONZA AG)

 

Brasil

 

Suíça

 

Investimento para a construção de 8 laboratórios de pesquisa na fábrica de Salto (SP)

 

 

3.205.128

 

 

 

GENERAL WATER /  LGT IMPACT (GRUPO LGT)

Brasil

 

Suíça

 

Investimento para ampliar a atuação em outros estados

 

 

22.364.217

 

 

 


Fonte: MDIC

 

Segundo o Relatório Perspectivas de Investimento 2017-2020, o cenário econômico que mostra a maior dificuldade de reação do investimento é o de infraestrutura, ao passo que na indústria há uma perspectiva de retomada dos investimentos. Esse diagnóstico aponta ainda para uma tendência de maior recuperação da produção de máquinas e equipamentos do que da construção civil.

A dificuldade de retomada da infraestrutura é explicada em parte por razões econômicas, relacionadas ao ciclo de investimentos, desempenho da economia e restrição fiscal. O término das obras relacionadas aos eventos esportivos mundiais sediados pelo Brasil é fator determinante na queda de investimentos em mobilidade urbana. A recessão econômica torna menos necessária a necessidade de inversões em energia elétrica. A restrição fiscal também afeta investimentos públicos nos diferentes setores da infraestrutura. A outra parte está ligada aos desafios enfrentados para reestruturar a atuação do setor privado em infraestrutura, por conta do envolvimento de alguns atores na Operação Lava-Jato.

Ainda segundo o Relatório, na indústria, os investimentos são, em sua grande maioria, voltados à manutenção da capacidade instalada (sustaining capex) ou à conclusão de projetos em andamento. O pequeno número de projetos greenfield (novas plantas) chama bastante a atenção no atual levantamento. Alguns dos principais setores da indústria ainda apresentam indicadores de endividamento elevado e as empresas continuam buscando reduzir sua alavancagem. Como a melhora na economia é bem recente, a expectativa é de que haja ainda uma demora nas decisões de investir em projetos de grande porte. A sustentação dessa melhora tende a levar ao surgimento de projetos não mapeados no atual levantamento, resultando em aumento nas projeções de investimento.

As privatizações, leilões de concessão e o projeto de reforma trabalhista realizados pelo governo também abriram as portas para novos avanços. No entanto, muitas dessas mudanças só começarão a mostrar resultados em 2019.

 

Tabela 1: Perspectivas do investimento 2017-2020 (posição em outubro de 2017) - Em bilhões de reais

 

 

Setor

2016

Média anual  Projetada

2017-2020

Extração Mineral

3,8

3,7

Petróleo e gás

61,8

71,3

Alimentos

9,1

9,4

Bebidas

3,6

3,7

Sucroenergético

2,7

2,7

Papel e celulose

9,0

5,1

Siderurgia

4,1

3,9

Química

3,0

3,7

Complexo industrial da saúde

4,5

4,7

Eletroeletrônica

4,2

5,2

Automotivo

10,1

4,9

Aeroespacial

2,6

2,4

Energia elétrica

56,9

39,5

Telecomunicações

27,5

26,7

Rodovias

8,2

9,7

Ferrovias

5,9

6,0

Portos

3,6

3,8

Aeroportos

2,5

2,2

Mobilidade urbana

6,5

4,8

Saneamento

12,4

10,4

Resíduos Sólidos

1,2

1,4

Indústria

118,5

120,6

Infraestrutura

124,8

104,6

 


Fonte:BNDES

Empresas suíças no Brasil

Cerca de 350 companhias de origem suíça mantém operações no Brasil. Grandes empresas como ABB, Adecco, Barry Callebaut, Bobst, Bühler, Clariant, Credit Suisse, Dufry, Givaudan, Lafarge-Holcim, Liebherr, Lonza, MSC, Nestlé, Novartis, Panalpina, Precious Woods, Richemont, Roche, Elevadores Atlas Schindler, SGS, Sig Combibloc, Sika, Sulzer, Swatch, Swiss International Air Lines, Swiss Re, Swissport, Syngenta, Victorinox, Zurich, UBS entre várias outras têm uma significativa presença no mercado brasileiro, muito utilizado como plataforma de exportação para os demais países da América Latina. Algumas delas estão presentes no Brasil há mais de 100 anos.

Empresas brasileiras na Suíça

Algumas das principais empresas brasileiras que investem na Suíça são: CBMM, Libero, Vale, Vicunha, Banco Safra, Itaú Private Bank, Biomecânica, Stefanini IT, Suzano, EFW Capital Advisors, Welle Laser. O Brasil se faz presente também através de pequenas e microempresas montadas por cidadãos brasileiros. São escritórios de advocacia, agências de viagem, restaurantes, lojas e salões de beleza, uma lista encontra-se disponível no site da CIGA Brasil.